UFITHub de Produtos

Visão integrada · para conselhos, investidores e gestores públicos

Dois eixos da aprendizagem de uma criança. Um princípio.

Ciências e escrita são onde o pensamento de uma criança do ensino fundamental se torna visível. A UFIT aplica um mesmo princípio de medição aos dois — Aprendiz Inteligente para como a criança raciocina em ciências, VeriWright para como a criança constrói uma frase. Nenhum dos dois avalia apenas o produto final. Ambos leem o processo que o produziu e o transformam em algo sobre o que o professor pode agir nesta semana — e, quando importa, cedo o bastante para mudar o resultado.

🇧🇷 CELEPAR — fornecedor homologado em licitação (companhia estadual de TIC do Paraná) 400.000 usuários no Paraná 🇧🇷 Parceria com o Paraná e o Governo Federal 🇵🇾 Paraguai 300+ salas de aula (China e Coreia do Sul) Prêmio do Presidente da KCA 2025 · Inovação Digital

O framework

Um princípio, dois eixos, um perfil da criança.

A escola já sabe o que a criança produziu. O que ela raramente sabe é como — onde o pensamento fluiu, onde travou, onde voltou atrás e se corrigiu. Os dois produtos capturam isso, cada um em seu eixo, e escrevem no mesmo perfil.

Eixo A · Ciências

Como a criança raciocina diante de um problema

Aprendiz Inteligente · em operação na rede pública brasileira

  • AprenderUm quadro de aprendizagem com IA monta a aula somente a partir de livros didáticos aprovados — conceito, glossário, tabelas comparativas, verificações de compreensão.
  • FazerExperimento e investigação: uma hipótese escrita antes de o resultado ser conhecido, uma variável que o estudante manipula, uma conclusão que o estudante precisa argumentar. Além de imagens geradas por IA e simulações manipuláveis para aquilo que a sala de aula não consegue mostrar.
  • AvaliarItens no formato das avaliações estaduais, cada um marcado com a habilidade do currículo e com o nível de Bloom — assim, uma resposta errada aponta a ideia a ser retomada, e não apenas um ponto perdido.
Eixo B · Escrita

Como a criança constrói uma frase

VeriWright · pilotos controlados, fundamental e médio

  • CapturarUma caneta digital sobre papel comum registra tempo, pausas, pressão e movimento da caneta. Sem tablet, sem superfície especial, sem mudar nada na aula.
  • ReproduzirA sessão é reconstruída — não o texto final, mas a ordem e o ritmo em que ele apareceu.
  • LerO traçado é mapeado no processo cognitivo por trás dele: planejar, traduzir em linguagem, monitorar, revisar — e quanto cada etapa custou a quem escreveu.

Um perfil individual de aprendizagem

Por criança, ao longo do tempo, e lido em relação ao histórico da própria criança, e não à média da turma. Dois componentes, uma só imagem de como esse estudante trabalha.

01

Uma ação que o professor pode tomar nesta semana

Não uma nota para arquivar. Uma força nomeada para desenvolver, uma lacuna nomeada para fechar e a próxima atividade específica para cada uma — para toda criança da turma, em um único relatório.

02

Uma janela de intervenção mais cedo

Os sinais de processo divergem antes do produto. Uma criança que compensa com muito esforço para entregar um trabalho aceitável é invisível para a correção baseada só no resultado — e visível aqui.

03

Inclusão sem trilhas separadas

Uma atividade comum para a turma inteira, adaptada por necessidade e não por rótulo de diagnóstico. Nenhuma criança é mandada para uma folha paralela para ser incluída.

Base científica e colaboração

Construído sobre ciência estabelecida, não sobre afirmação.

Os dois eixos se apoiam em linhas de pesquisa publicadas com instituições identificadas por trás delas — a pedagogia de simulação interativa do projeto de um Prêmio Nobel na Universidade do Colorado em Boulder e a linha alemã de pesquisa em caneta digital no KIT, no Fraunhofer IIS e no DFKI.

Prédio moderno de um instituto universitário de pesquisa, com fachada de vidro e concreto.
A base de pesquisaInstitutos universitários, não um white paper de fornecedor. Cada afirmação abaixo remete a um grupo identificado com trabalho publicado.
Sala de aula clara e bem conservada, com fileiras de carteiras de madeira e um quadro verde, iluminada pela luz do dia.
O cenárioSalas de aula comuns da rede pública — papel, caneta e o horário que a escola já tem. Nada na aula muda para que o dado exista.
Close-up da ponta de uma caneta com sensores apoiada sobre uma placa de circuito em uma bancada eletrônica.
O instrumentoUma caneta com sensores inerciais no próprio hardware embarcado — a linha sobre a qual KIT, Fraunhofer IIS e DFKI publicam, e o sinal que o VeriWright lê.

As imagens são ilustrações renderizadas dos cenários descritos — não são fotografias das instituições citadas abaixo nem de qualquer sala de aula ou estudante real.

CU Boulder

A interação como mecanismo de aprendizagem

PhET Interactive Simulations · Universidade do Colorado em Boulder

Fundado em 2002 por Carl Wieman, ganhador do Prêmio Nobel de Física de 2001. Simulações HTML5 de física, química, biologia, ciências da Terra e matemática — partindo da premissa de que o estudante aprende um sistema ao alterá-lo e observar a resposta, e não ao ler sobre ele.

No AprendizA base pedagógica da nossa biblioteca de simulações — atividades manipuláveis ligadas ao currículo brasileiro.

phet.colorado.edu ↗

KIT

Escrita capturada em papel comum

Instituto de Tecnologia de Karlsruhe · ITIV — projeto KIHT

Kaligo-based Intelligent Handwriting Teacher, um projeto conjunto franco-alemão que constrói um dispositivo inteligente de aprendizagem da escrita à mão em torno de uma caneta com sensores. Sensores inerciais reconstroem a trajetória da escrita sem tablet e sem superfície especial; a parte do ITIV é rodar esses algoritmos de IA no hardware embarcado da caneta.

No VeriWrightCaptura direto do papel. A sala de aula não precisa mudar para que o dado exista.

itiv.kit.edu ↗

Fraunhofer

O sinal do sensor, com referência pública

Instituto Fraunhofer de Circuitos Integrados (IIS) · conjunto de dados OnHW

Online Handwriting Recognition from Sensor-Enhanced Pens — séries temporais brutas de uma caneta digital multissensor publicadas como benchmark aberto: aceleração triaxial, giroscópio, magnetômetro e força a 100 Hz. Só o conjunto OnHW-chars reúne 31.275 letras de 119 escreventes.

No VeriWrightO modelo de sinal a partir do qual nossas variáveis são calculadas, e um benchmark público para testar — em vez de um privado.

iis.fraunhofer.de ↗

DFKI

Estado cognitivo a partir dos sinais da caneta

Centro Alemão de Pesquisa em Inteligência Artificial · Interactive Machine Learning Lab

Duas linhas se encontram aqui: se sinais de baixo nível da caneta conseguem prever a dificuldade da tarefa e o desempenho em crianças do ensino fundamental, e uma arquitetura neural de estilo versus conteúdo que confirma, de forma passiva e contínua, que quem escreve é quem está matriculado.

No VeriWrightA leitura cognitiva por trás do relatório do professor — e um sinal de integridade sobre autoria, não sobre detectar uma IA.

iml.dfki.de ↗

De um traço de caneta a uma intervenção

A cadeia que um gestor público deve conseguir acompanhar de ponta a ponta. Nada além disso é registrado, e nada é inferido que não comece aqui.

1 · Sinais brutos
  • Aceleração triaxial
  • Giroscópio · rotação
  • Magnetômetro · orientação
  • Força · pressão da ponta
  • Tempo · ~100 Hz
2 · Parâmetros derivados 150+

Parâmetros de processo cognitivo calculados a partir desses sinais — duração e posição das pausas, tempo no ar, estrutura das rajadas de escrita, variabilidade da velocidade, estabilidade da pressão, retraçados e episódios de revisão.

3 · Aprendizado de máquina

Modelos treinados nesses parâmetros estimam a etapa do processo de escrita e seu custo, e comparam uma sessão com as sessões anteriores da mesma criança, e não com a média da turma.

4 · Identificação e intervenção precoce
  • Perfil de processo por criança
  • Relatório da turma para o professor
  • Sinalização precoce → avaliação profissional
  • Plano estruturado para casa

O número de 150+ é a contagem de variáveis da própria UFIT para o pipeline do VeriWright. As instituições citadas acima aparecem como base de pesquisa publicada da abordagem; elas não endossam a UFIT, e compartilhar um benchmark ou um modelo de sensor não transfere nenhum índice de acurácia publicado para os nossos produtos.

Eixo A · Ciências · em operação

Em funcionamento hoje na rede pública brasileira.

Ciências é o eixo que já está em operação — 5º, 7º e 8º anos — e é também a prova de que o motor não é específico de um componente curricular. A mesma estrutura de aula em seis abas, o mesmo pipeline de geração e revisão e o mesmo contrato de acessibilidade já foram levados para outros componentes.

em operação em desenvolvimento no roteiro

Um motor de aulas seis abas de aula · geração + revisão contrato de acessibilidade · trava curricular construído uma vez Ciências 5º · 7º · 8º anos · em operação Artes em desenvolvimento Geografia / História em desenvolvimento Demais componentes no roteiro Acrescentar um componente é acrescentar fontes aprovadas e tipos de atividade — não reconstruir a plataforma.
Por que o segundo componente sai barato. O quadro é uma estrutura, não um programa de conteúdos. Ciências pagou pelo motor; todo componente seguinte herda as mesmas seis abas, o mesmo pipeline de geração e revisão e o mesmo contrato de acessibilidade.
Cobertura por componente e ano. “Em desenvolvimento” significa trabalho de construção ativo — há protótipos rodando sobre dados abertos reais, mas o componente ainda não está em operação.
Componente5º ano7º ano8º anoBase
Ciências ● em operação ● em operação ● em operação Livros didáticos aprovados, travados no currículo (RAG)
Artes ◐ em desenvolvimento Obras-primas em domínio público, estudo em gigapixel
Geografia / História ◐ em desenvolvimento Dados abertos nacionais de satélite e censo, saídas de campo ao patrimônio
Demais componentes ○ no roteiro — mesmo motor, novo conteúdo Fontes curriculares por componente

Como o quadro de IA e as questões são realmente feitos

A engenharia por trás do “gerado por IA”. Nada é escrito a partir da internet aberta, e nada chega ao estudante sem assinatura humana.

01 · FONTES Material aprovado livros do estado · currículo BNCC 02 · ÍNDICE Trava curricular busca (RAG) com fonte por página 03 · GERAR Quadro + itens 6 abas de aula · Bloom + distratores 04 · CHECAGEM Portões de máquina confere currículo · gabarito · a11y 05 · HUMANO Assinatura professor e especialista antes do uso Em aula · no papel (OMR) ou na tela resultados por habilidade do currículo e nível de Bloom alimentam a próxima aula e a próxima avaliação uma checagem reprovada volta ao 03 — nunca pula o 05
Dois portões, nesta ordem. As máquinas checam o que máquinas conseguem checar — que todo item está no currículo, que o gabarito está certo, que o contrato de acessibilidade se mantém. O que sobra é julgamento, e isso é um professor e um especialista da área, com nome. O mesmo pipeline produz os quadros de artes e de geografia; só as fontes mudam.

Por que a expansão é barata

O quadro é uma estrutura, não um conteúdo: objetivo, conceito, experimento, investigação, exploração, glossário. Acrescentar um componente significa acrescentar fontes aprovadas e tipos de atividade — não reconstruir a plataforma.

Simulações, por tipo e não por título

61 atividades de ciências foram classificadas em 5 tipos reutilizáveis de atividade; os três já construídos cobrem 46 delas. Os tipos se transferem entre componentes e anos.

Toda criança, uma atividade

De turmas regulares a estudantes com deficiência intelectual, deficiência sensorial e neurodivergência — a mesma aula, adaptada por necessidade. O apoio é acionado por necessidade, não por rótulo de diagnóstico, e toda adaptação gerada por IA é revisada por um professor e por um especialista da área antes de chegar ao estudante.

Uma atividade mesma ciência, mesmo gabarito Visão padrão Leitura fácil · mesmos conceitos Braille e gráficos táteis Língua de sinais (LIBRAS) primeiro Acionador, teclado ou ponteiro Mesmo objetivo mesma turma, mesma aula
Adaptação, não segregação. Cinco portas de entrada para uma mesma atividade — escolhidas por necessidade, nunca por rótulo de diagnóstico — todas chegando ao mesmo objetivo. A alternativa a que as escolas costumam recorrer, uma folha paralela para “aquelas” crianças, é justamente o que este desenho existe para evitar.
Eixo B · Escrita · fundamental e médio

A produção de texto avaliada como processo, e não apenas como produto.

A correção automática de redações lê o que sobreviveu no papel. Ela não enxerga os vinte minutos que produziram aquilo. O VeriWright avalia o processo de escrita — e é essa diferença que torna possível a identificação precoce.

escrevendo pausa curta pausa longa · buscando caneta no ar revisão

Criança A fluente rajadas longas · pausas nos limites das orações · sem necessidade de revisão Criança B sob esforço revisão fragmentos curtos · pausas longas de busca dentro das frases · caneta pairando · um reparo 0 min 14 min Ilustração esquemática — não é o registro de um estudante real.
As duas crianças entregaram um parágrafo aceitável. Na página final elas são indistinguíveis — e uma nota baseada só no resultado vai tratá-las como equivalentes. A diferença está inteiramente em como o texto foi produzido: a Criança B está compensando, pagando muito mais para chegar ao mesmo resultado. É essa a criança que passa anos despercebida, e a razão pela qual vale a pena medir o processo.

Avaliação só do produto

O que um texto pronto consegue dizer

  • Ortografia, gramática, estrutura, extensão
  • Se a tarefa foi concluída
  • Nada sobre esforço — uma criança que penou quarenta minutos e outra que terminou em cinco parecem idênticas
  • Nada sobre uma criança que compensa — entregando trabalho aceitável a um custo insustentável
  • Nada até que o resultado já esteja falhando — o que costuma ser anos tarde demais

Avaliação do processo

O que a produção do texto acrescenta

  • Onde houve planejamento — antes de escrever, ou em nenhum momento
  • Onde a linguagem veio com facilidade e onde ela precisou ser buscada
  • Se a criança relê e conserta o próprio texto — a marca de quem monitora a própria escrita
  • Quanto o trabalho custou, medido em relação às sessões anteriores da mesma criança
  • Divergência visível enquanto o produto ainda parece aceitável

Uma turma, um relatório, três conversas

O professor recebe a turma inteira em uma única visão, organizada em três faixas — cada uma com uma ação diferente associada. O ponto do relatório não é a classificação; é que toda faixa recebe alguma coisa.

Processo diverge sinalização precoce → avaliação Faixa típica forças nomeadas, lacunas apoiadas Escrita avançada ampliada, não estacionada Esquemático — a largura das faixas ilustra a estrutura do relatório, não a prevalência medida.

Processo diverge

Sinalizada cedo, encaminhada corretamente

Onde o processo se parece pouco com o dos colegas e pouco com a própria linha de base da criança. A sinalização abre um caminho profissional — nunca fecha um.

  • Sinalização precoce de triagem com a evidência anexada
  • Encaminhamento a um profissional qualificado ou serviço especializado
  • Um plano de intervenção estruturado, compartilhado com a família e com a criança
  • Nova medição contra a mesma linha de base para mostrar se funcionou
Entregue como um pacote de encaminhamento: evidência, resumo em linguagem simples para os responsáveis e o plano.

Faixa típica

Forças nomeadas, uma lacuna fechada

A maioria, e em geral o grupo que recebe o retorno menos específico. Os dados de processo dão a cada um deles algo concreto.

  • Uma força a manter, dita com clareza
  • Uma lacuna a fechar, com a atividade que a fecha
  • Progresso medido em relação às próprias sessões anteriores
Entregue como uma ação de uma linha por criança, editável pelo professor.

Escrita avançada

Ampliada, não estacionada

O grupo mais comumente desperdiçado. Terminar cedo é tratado como motivo para enriquecimento que parte da força específica que o processo revela.

  • A força é nomeada — quem planeja, quem redige com fluência, quem revisa com disciplina
  • Um plano de extensão que estica essa força
  • Papéis entre pares em que essa força é útil aos outros
Entregue como um plano de enriquecimento por criança dentro do relatório da turma.
Uma sinalização é um pedido de avaliação, nunca um diagnóstico. O VeriWright é uma ferramenta de apoio, não um dispositivo médico. Ele identifica que o processo de escrita de uma criança difere da própria linha de base e da dos colegas, e entrega essa evidência a um profissional qualificado, que decide o que aquilo significa. Sem correção automática, sem enturmação automática, sem diagnóstico automático — e o professor sempre dá a palavra final.

Para uma rede, não só para uma sala de aula

O que muda em escala de política pública.

a janela que normalmente se perde Só o resultado corrigindo o produto “o trabalho parece aceitável” ✕ a produção já falha a recuperação começa aqui Sinal de processo lendo a produção ✓ divergência visível apoio e encaminhamento começam aqui Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Ano 5 Esquemático — ilustra o mecanismo, não são tempos medidos.
O apoio que chega depois de o resultado falhar é recuperação. O apoio que chega quando o processo começa a divergir é prevenção. A distância entre esses dois momentos se mede em anos escolares — e é por isso que um sinal de processo é uma intervenção de rede, não uma comodidade de sala de aula.

A janela de intervenção se antecipa

O apoio que chega quando a produção escrita já falhou é recuperação. O apoio que chega quando o processo começa a divergir é prevenção — e a diferença se mede em anos escolares, não em semanas.

O tempo do professor volta para o ensino

Material de aula, avaliação alinhada ao currículo e relatório da turma são gerados e pré-verificados. O julgamento do professor é gasto na decisão, não na preparação.

A inclusão passa a ser o caminho padrão

Uma atividade comum para a turma inteira, adaptada por necessidade — o oposto legal e pedagógico de uma trilha separada. A acessibilidade é construída dentro do próprio modelo de conteúdo, não acrescentada como um widget sobreposto.

Situação e governança

O que está no ar, o que está sendo construído e as linhas que não cruzamos.

Dito de forma direta, porque quem avalia não deveria precisar deduzir. Nada nesta página é descrito como entregue se não estiver.

CapacidadeProdutoSituaçãoDetalhe
Quadro de aprendizagem com IA — aulas travadas no currículoAprendiz● em operaçãoRede pública brasileira · ciências dos 5º, 7º e 8º anos
Geração de questões com IA — formato de item das avaliações estaduais, com nível de BloomAprendiz● em operaçãoEm papel (leitura óptica) ou na tela; todo item verificado no currículo e revisado por professor
Abas de experimento e investigaçãoAprendiz● em operaçãoHipótese · variável manipulada · conclusão argumentada; limites do modelo declarados
Imagens e vídeos de ciências gerados por IAAprendiz◆ em operação, em expansãoGerados a partir de material aprovado, conferidos com o texto da aula, com validação do professor
Simulações interativas (base PhET)Aprendiz◐ em desenvolvimento5 tipos de atividade classificados; 3 no ar cobrindo 46 das 61 atividades; conteúdo aguardando validação de especialista
Acessibilidade — 4 eixos ajustáveis + linha de base inegociávelAprendiz◆ em implantaçãoMeta de design WCAG 2.2 AA · eMAG · LBI 13.146 · LGPD · LIBRAS · BNCC · DUA
Expansão de componentes — artes, geografia / históriaAprendiz◐ em desenvolvimentoConstruído sobre dados abertos nacionais e acervos em domínio público
Captura da caneta e reprodução do processo de escritaVeriWright◆ pronto para pilotoCaneta digital sobre papel comum; as demonstrações deste hub usam dados sintéticos
Painel de processo cognitivo para professoresVeriWright◐ POC controladaPlanejar / traduzir em linguagem / monitorar / revisar, com o custo por sessão
Relatório da turma, três faixas e pacote de encaminhamentoVeriWright◐ POC controladaValida operação, fluxo de trabalho do professor e segurança de dados antes da escala
Sinal de autoria / integridadeVeriWright○ em pesquisaContinuidade de autoria, não detecção de IA; sem consequência automática
Programa de inclusão — plano individual de aprendizagem, planejamento e treinoDois eixos◐ POC na CoreiaPlano → prática → nova medição; em POC controlada com parceiros coreanos, preparando o lançamento

As linhas que não cruzamos

  • Quem decide é o professor. Sem correção, disciplina, enturmação ou diagnóstico automáticos, em nenhum dos dois produtos.
  • Triagem não é diagnóstico. Uma sinalização encaminha a criança a um profissional qualificado; nunca a rotula.
  • Uma turma, uma atividade. Adaptação por necessidade, nunca trilha separada — o princípio da LBI 13.146, aplicado no modelo de conteúdo.
  • Comparadas consigo mesmas. Os indicadores de processo são lidos contra o histórico da própria criança, não em ranking entre crianças.
  • Minimização de dados. Coleta mínima, retenção limitada, exclusão por padrão; sem reuso para treino de modelos alheios, publicidade ou venda.
  • Direitos valem de verdade. Estudantes e famílias podem pedir explicação, correção, recurso e revisão humana.
  • Geração travada no currículo. O conteúdo é gerado apenas a partir de material aprovado e revisado por um professor e por um especialista da área antes de chegar ao estudante.
  • Toda demonstração é sintética. Nenhum registro de criança real aparece em qualquer ponto deste hub.

Programa de inclusão · POC na Coreia · preparando o lançamento

Uma medição só vale a pena se virar um plano.

Ler o processo diz à escola o que está acontecendo. Isso, sozinho, não diz ao professor o que fazer na terça de manhã. A terceira peça do framework fecha essa lacuna para os estudantes que a política de inclusão tem em vista — um plano individual de aprendizagem, uma semana planejada e um programa de treino, gerados a partir dos mesmos sinais que os dois eixos já produzem e medidos de novo contra a mesma linha de base. Está em POC controlada na Coreia e sendo preparado para lançamento.

01 · Ler

Sinais que já estão na ficha

O perfil de ciências e o processo de escrita daquela criança — mais o que a escola já sabe. Nenhuma nova rodada de testes é imposta para começar.

02 · Planejar

Um plano individual de aprendizagem

Objetivos nos termos da própria criança, os apoios acionados por necessidade e o que “progresso” vai significar — em um documento que professor, especialista e família conseguem ler.

03 · Programar

Uma semana planejada, não uma lista de desejos

O plano é dividido no que cabe em um horário real: qual atividade, em qual aula, com qual adaptação — dentro da turma em que a criança já está.

04 · Treinar

Prática dirigida

Treino curto e repetível sobre exatamente aquilo que o processo mostrou — sequenciar, planejar antes de escrever, sustentar a atenção, conferir o próprio trabalho — para a escola e, quando a família quiser, para casa.

05 · Medir de novo

Contra a mesma linha de base

Os mesmos indicadores, lidos de novo depois do ciclo. O plano é atualizado por evidência, não por impressão — e um plano que não funcionou fica visível como tal.

Um programa, não três compras. Ciências, escrita e apoio à inclusão rodam sobre o mesmo perfil, o mesmo contrato de acessibilidade e a mesma superfície de relatórios — assim a escola adota uma coisa e a rede compra uma coisa. É isso que faz do framework um programa de aprendizagem integrado, e não dois produtos que por acaso dividem um logotipo.

Situação, dita com clareza. O programa de inclusão está em POC controlada na Coreia com instituições parceiras e sendo preparado para lançamento. Não está em operação no Brasil nem no Paraguai, e nada nesta página deve ser lido como recurso entregue. Como em todo o resto do framework: o plano é uma proposta a um profissional qualificado e a um professor — nunca é enturmação automática, e nunca é diagnóstico.

Aprofunde em qualquer um dos eixos.

Cada página de produto traz a demonstração ao vivo, os exemplos trabalhados e todo o detalhamento de acessibilidade e governança por trás desta visão geral.